Controladores de Tráfego e de Defesa Aérea garantem a fluidez do espaço aéreo no Rio de Janeiro

Equipamentos que auxiliam o gerenciamento são monitorados 24h

Com o objetivo de manter ordenado e seguro o fluxo de aeronaves que sobrevoam a área da Terminal Rio durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, militares de três unidades da Força Aérea Brasileira atuam de forma conjunta no controle de aproximação do Rio de Janeiro. O controle de aproximação é responsável por emitir autorizações de voo na área, localizado no Destacamento de Controle do Espaço Aéreo do Galeão (DTCEA-GL). As unidades que também facilitam esse trabalho são o Primeiro Grupo de Comunicações e Controle (1° GCC) e o Serviço Regional de Proteção ao Voo de São Paulo (SRPV-SP). Durante os Jogos, o espaço aéreo tem áreas de exclusão de voo, onde só é permitidos o sobrevoo de aeronaves autorizadas pelo Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA). Já na área de defesa aérea, controladores e equipamentos de monitoramento foram deslocados para Rio de Janeiro. O objetivo é apoiar o Órgão de Controle de Operações Aéreas Militares Principal (OCOAMP), no CINDACTA II, localizado em Curitiba/PR, para realizar detecções, acionamento e condução de interceptações por aeronaves de Defesa Aérea, durante o evento. Para que os sistemas essenciais para o gerenciamento do espaço aéreo funcionem bem é necessário que radares, sistemas de telecomunicações e informações aeronáuticas, auxílios à navegação, entre outros, tenham uma boa manutenção. Para isso eles são monitorados por militares do Núcleo do Centro de Gerenciamento Técnico (NuCGTEC) do Parque de Material de Eletrônico da Aeronáutica do Rio de Janeiro (PAME-RJ), localizado no Rio de Janeiro. Os militares contam com a tecnologia de 21 monitores que apresentam aos técnicos informações em tempo real de inoperâncias parciais e totais dos equipamentos ligados ao Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB). No local ficam concentradas informações que chegam por sistemas de registro técnico e operacional via monitoramento online de 800 equipamentos e por telefone. Foto: CECOMSAER

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