United planeja 2.850 demissões de pilotos sem nova ajuda do governo

Queda acentuada na demanda por viagens está forçando a transportadora a redimensionar suas operações

A companhia aérea United anunciou que planeja dispensar até 2.850 pilotos este ano, a menos que o governo aprove um financiamento adicional para ajudar a indústria a cobrir seus custos de folha de pagamento em meio a um colapso na demanda por viagens. Os cortes de empregos começariam em 1º de outubro. Isso se somaria a dezenas de milhares de outros cortes prováveis ​​em todo o setor de aviação dos Estados Unidos, a menos que o Congresso conceda uma prorrogação do financiamento da Lei Cares, que ajudou as transportadoras a pagar aos funcionários por seis meses, com a condição de que evitassem demissões em massa. Em julho, a United alertou que um terço de seus quase 12.000 aviadores estariam em licença porque uma queda acentuada na demanda por viagens está forçando a transportadora a redimensionar suas operações. A Delta Air Lines afirmou que dispensaria cerca de 1.940 pilotos em outubro e a American Airlines anunciou que vai demitir 19.000 trabalhadores após o término do auxílio à folha de pagamento, elevando a redução total da força de trabalho para cerca de 40.000 empregos, ou 30% desde o início da pandemia. Incluindo saídas, licenças e folgas voluntárias, o número de pilotos cairá 23%. Mais informações no endereço  https://www.bloomberg.com . Foto: Renato Oliveira

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