Emirates implanta sistema de rotas para reduzir impacto ambiental

Esforços geram economia de combustível e emissões poluentes

Depois de dois anos, os esforços da companhia aérea Emirates na negociação de novas rotas sobre a África e o Atlântico Sul trazem benefícios para todas as empresas e resultam na economia de combustível, emissão de CO², tempo e custos, diminuindo assim o impacto ambiental causado pela aviação. A Emirates estima que, em quatro de suas rotas usadas como teste, foram economizadas cerca de 4.200 toneladas de combustível e 13.200 toneladas de emissões de CO² por ano. A iniciativa faz parte do projeto da IATA conhecido como iFlex, que visa criar rotas aéreas alternativas e de baixa densidade entre pontos sobre a África continental e América do Sul. O projeto nasceu por causa do aumento do fluxo de passageiros entre leste e oeste, enquanto as rotas tradicionais sempre foram norte e sul, uma mudança no comportamento do tráfego aéreo que claramente tornou algumas rotas ineficientes. Com o compromisso dos 34 países e de seus órgãos reguladores de tráfego aéreo, a Emirates negociou com sucesso 25 novas rotas em todo continente africano para suas operações na América do Sul. Para exemplificar, em abril último, a empresa economizou 657 kg de combustível na frequência para o Rio de Janeiro e 490 kg na de São Paulo ao diminuir em 3 minutos os tempos de voo. Nas rotas de regresso, com 7 minutos a menos, foram poupados 1.123kg de combustível no voo do Rio para Dubai e 1.017 kg no de São Paulo. Da mesma forma, entre Dubai e Lagos, um total de 2.232 kg de combustível e 17 minutos de voo foram economizados; já entre Dubai e Acra, foram 2.762 kg e 14 minutos.

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