Delta Air Lines: “não visamos lucratividade a curto prazo”

Ao contrário da maioria das companhias aéreas, a Delta Air Lines mantém o bloqueio da capacidade de seus aviões a pedido de seus clientes, que, após a volta do Covid-19, querem mais segurança.

O diretor da empresa para a América Latina, Caribe e Sul da Flórida, Luciano Macagno declarou: “nas atuais circunstâncias a segurança vem em primeiro lugar, pois a longo prazo isso é mais lucrativo”.

Estamos trabalhando em tempo recorde para nos adaptarmos para oferecer tranquilidade aos clientes. Fazemos uma higienização permanente com diferentes tecnologias. Por exemplo, as bandejas na passagem do filtro de segurança são feitas de um material novo para a indústria, com um plástico antimicrobiano.

O assento do meio continua travado, pois é um conforto que os clientes desejam.

Bloquear os assentos centrais e limitar o número de passageiros a 50 por cento na primeira classe e 60 por cento nas outras cabines para dar aos clientes mais espaço a bordo, vai até 30 de março de 2021.

As refeições são as mesmas, só que as entregamos em uma única etapa, e lanches também estão em sacolas individuais, para minimizar o contato entre as pessoas.

Das 1.000 aeronaves que temos, 50% estão em solo, então preferimos colocar mais um avião e não encher os aviões até que explodam. No longo prazo, isso é mais lucrativo. A segurança está em primeiro lugar, depois a lucratividade.

Foto: Divulgação 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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