GRU Airport completa 37 anos e segue em recuperação no número de passageiros pré-pandemia

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A GRU Airport, concessionária que administra o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, registrou em dezembro de 2021 a movimentação de cerca de 3,11 milhões de passageiros. Assim, houve um crescimento de 36,4% na comparação da movimentação registrada em 2020. Quando comparado com 2019, ano pré-pandemia, houve um recuo de 23,6%. Já com relação ao consolidado (de janeiro a dezembro) de 2021, nota-se um aumento de 18,9% em comparação ao ano anterior; e recuo de 43,8% ante 2019.

Em dezembro de 2021, estiveram no aeroporto cerca de 3,11 milhões de passageiros. Nesse período, foram registrados 21.395 pousos e decolagens (nacionais e internacionais). Do consolidado de 2021 (janeiro a dezembro), a GRU Airport registrou cerca de 24,16 milhões de passageiros. No total, foram registrados 188.573 pousos e decolagens (nacionais e internacionais).

Voos nacionais

Em dezembro de 2021, as operações nacionais tiveram uma média de 76.300 passageiros por dia com 562 pousos e decolagens. Esse volume significa um crescimento de 19,1% da movimentação quando comparado com o ano de 2020. Na comparação com 2019, houve uma retomada de 84,2%. Mesmo com a abertura de algumas fronteiras, o tráfego doméstico ainda continua sendo o mais representativo, registrando cerca de 75,9% do total de passageiros contabilizados no período.

Voos internacionais

Responsável por 24,1% do volume total de passageiros transportados em dezembro de 2021, os voos internacionais apresentaram um aumento de 131,6% quando comparado com o mesmo período de 2020, totalizando uma média de 24.100 passageiros transportados por dia. Na comparação com 2019, há uma queda de 39,3%, quando a média diária era de 39.800 passageiros com destinos internacionais. No consolidado do ano, foram 3,79 milhões passageiros transportados, ainda apresentando uma queda de 12,2% em comparação a 2020, ou um decréscimo de 71,3% em relação a 2019.

Atualmente, o Aeroporto conta com 28 empresas nacionais e internacionais operando regularmente para 29 destinos internacionais, representando uma retomada de 58% quando comparado com os 50 destinos frequentemente operados antes da pandemia.

A GRU Airport conta com voos internacionais regulares para Addis Ababa (Etiópia), Amsterdã, Assunção, Atlanta, Bogotá, Buenos Aires, Chicago, Cidade do México, Cancun, Assunção, Cidade do Panamá, Dallas, Doha, Dubai, Frankfurt, Houston, Istambul, Lisboa, Madrid, Miami, Montevidéu, Newark, Nova York, Paris, Porto, Santa Cruz de La Sierra, Santiago, Zurique e Toronto.

Entretanto, está prevista a retomada de outras rotas internacionais, bem como a ampliação das frequências em operação.

Cargas

O Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, administrado pela GRU Airport, é o maior complexo aeroportuário do Brasil sendo coberto por uma área de 99 mil m². Mesmo diante de um cenário extremamente desafiador, movimentou em dezembro de 2021 cerca de 28,63 mil toneladas entre importação e exportação. No consolidado do ano, foram transportadas 330,24 mil toneladas.

Entre os itens mais transportados estão partes e peças automotivas, têxtil e alimentos. Destaque ainda para o crescimento do transporte de maquinários e eletrônicos que se beneficia da extensa malha aérea de GRU para as suas remessas expressas.

O terminal foi a principal porta de entrada para cargas farmacêuticas no Brasil, especialmente aquelas dedicadas ao combate da pandemia de COVID-19, apesar da redução de 1,1 pontos percentuais no Market Share do segmento, a importação cresceu 11,12% em 2021 em comparação a 2020 em volume. Além disso, a localização na região metropolitana de Guarulhos favorece o acesso a importantes rodovias que ligam o aeroporto a todo o país, e a oferta de voos diários, garante maior eficiência e agilidade no transporte das cargas.

O Complexo logístico, que já possui a certificação CEIV Pharma (Center of Excellence for Independent Validators) da IATA, está atuando para obter, em 2022, as certificações OEA (Operador Econômico Autorizado) da Receita Federal e CBPDA (Certificado de Boas Práticas de Distribuição e Armazenagem) da ANVISA, que confirmaram os altos índices de segurança e boas práticas no manuseio de produtos farmacêuticos no terminal.

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