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Ozires Silva, o primeiro brasileiro a receber uma das maiores condecorações aeronáuticas do mundo

Ozires Silva, o primeiro brasileiro a receber uma das maiores condecorações aeronáuticas do mundo

 

O engenheiro Ozires Silva, um dos fundadores da Embraer, se tornou o primeiro brasileiro a receber a medalha Guggenheim, uma das mais significativas condecorações internacionais de engenharia aeronáutica do mundo.

O comunicado foi feito pelo Instituto Americano de Aeronáutica e Astronáutica (AIAA, na sigla em inglês), responsável pela comenda. “Este distinto reconhecimento ao engenheiro Ozires Silva reflete suas excepcionais e inovadoras contribuições para a aviação. Sua paixão, coragem e liderança abriram caminho para que a Embraer se expandir de forma que poucos imaginavam, transformando a aviação regional e levando a nossa empresa a ser admirada globalmente. É uma honra e um grande privilégio para mim e para todos os meus colegas da Embraer sermos inspirados diariamente por sua visão pioneira e espírito inovador”, disse Francisco Gomes Neto, Presidente e CEO da Embraer.

 

A medalha Daniel Guggenheim foi criada em 1929 como uma premiação internacional com o propósito de reconhecer pessoas que tiveram conquistas notáveis no campo aeronáutico. A nomeação é realizada por um conselho de especialistas do American Institute of Aeronautics and Astronautics (AIAA), American Society of Mechanical Engineers (ASME), SAE International e Vertical Flight Society, dos Estados Unidos. Na lista de personalidades reconhecidas anualmente estão pioneiros da aviação e profissionais que dedicaram suas vidas ao desenvolvimento aeronáutico ao longo da história. Entre alguns destaques da indústria estão William E. Boeing, Lawrence D. Bell, Leroy R. Grumman, Igor Sikorsky, Charles Lindbergh, James S. McDonnell, Marcel Dassault, entre outros.

Foto Divulgação

 

 



SAIBA MAIS

Aviação Militar/Geral

19/02/2021


Indonésia confirma interesse no F-15EX e outras aeronaves   A Força Aérea da Indonésia confirmou seu interesse em adquirir até 36 caças Boeing F-15EX como parte de seu plano de modernização entre 2021 e 2024. Fadjar Prasetyo, chefe da Força Aérea, disse à mídia em entrevista coletiva que o plano de aquisições está sendo administrado pelo Ministério da Defesa, que também está analisando 36 Dassault Rafale, juntamente com outros ativos para o exército, marinha e serviços da força aérea do país. A mídia local também informou que a Força Aérea alocou fundos para reformar todas as suas plataformas de caça, com exceção de seus BAE Systems Hawks. Em uma apresentação presidida por Fadjar, a Força Aérea também confirmou que está procurando 15 Lockheed Martin C-130J Hércules, dois “reabastecedores multifuncionais” não especificados, 30 radares de defesa aérea e veículos aéreos não tripulados para equipar três unidades. Também está analisando aeronaves de alerta antecipado aerotransportadas e a plataforma AEW Saab GlobalEye. Também estão na lista de desejos do exército indonésio 32 helicópteros de transporte Sikorsky S-70 Black Hawk e quatro tiltrotors Boeing V-22 Osprey. Foto: Divulgação  


Aviação Civil

19/02/2021


Neste ano poderá haver um boom devido à demanda contida e às vacinas   O primeiro semestre de 2021 continuará a ser um desafio para a aviação europeia, mas há uma confiança crescente no setor de que o segundo semestre do ano será muito mais positivo, já que o terceiro trimestre marcará o esperado afrouxamento das restrições em muitos países e abrindo portas para viagens. Isso poderá coincidir com a temporada de verão europeu e, em particular, no período de 1º de junho a 31 de agosto próximo poderá haver uma explosão de reservas. Johan Lundgren, CEO da EasyJet, a segunda low cost da Europa e uma das principais companhias aéreas do continente antes da pandemia, afirmou que poderá haver um "boom absoluto" nas viagens devido à demanda contida e ao sucesso das campanhas de vacinação contra o COVID-19 juntamente com a eliminação de restrições e quarentenas. Qualquer aumento nas viagens depende de obter um controle mais forte sobre a transmissão do vírus e quebrar os bloqueios que atualmente limitam a mobilidade. “O problema é que o sentimento de viagem depende do fluxo diário de notícias e, o mais importante que temos agora, são as restrições para controlar a pandemia. Essas restrições parecem muito diferentes dependendo da jurisdição, o que as torna muito confusas para clientes e tremendamente desafiador para os operadores e para operar”, explicou Lundgren. Foto: Divulgação



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