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Aerion e NASA explorarão conjuntamente as altas velocidades

Aerion e NASA explorarão conjuntamente as altas velocidades

 

A Aerion Supersonic divulgou hoje (10/02), que está dando um passo para explorar as possibilidades de aeronaves hipersônicas, sob um acordo com a NASA para estudar em conjunto aeronaves “high-Mach”.

O Acordo do Ato Espacial, o terceiro entre Aerion Supersonic e NASA, envolverá a pesquisa de tecnologias de propulsão e gerenciamento térmico para uma futura geração de aeronaves comerciais que poderiam operar perto de velocidades hipersônicas - entre Mach 3 e Mach 5.

“Esta é a continuação de um relacionamento de longa data entre Aerion Supersonic e NASA”, disse o presidente e CEO da Aerion, Tom Vice. “Na Aerion, nossa visão é construir um futuro onde a humanidade possa viajar entre quaisquer dois pontos de nosso planeta em três horas. Essa parceria permitirá o desenvolvimento de tecnologias que ajudarão a concretizar soluções de mobilidade global ponto a ponto de ultra-alta velocidade na faixa de Mach 3 a 5”.

A Aerion tem desenvolvido o jato executivo Mach 1.4 AS2 com planos de lançar a aeronave no mercado no final desta década. Mas Vice disse ao Fórum de Aviação do Instituto Americano de Aeronáutica e Astronáutica em junho que o AS2 é apenas o começo para a Aerion.

Foto: Aerion Supersonic

 



SAIBA MAIS

Industria

09/02/2021


Boeing entregou 21 aeronaves 737 MAX em janeiro   Boeing divulgou seus números de janeiro, e a fabricante de aviões norte-americana conseguiu entregar 26 jatos no mês passado. 21 dessas aeronaves foram 737 MAX, que foi reautorizado para voar em vários países ao redor do mundo. Agora que o 737 MAX pode retomar as operações nos Estados Unidos, Canadá, Europa e muito mais, várias companhias aéreas podem retomar as entregas de seus pedidos e colocar o jato em serviços regulares de passageiros. Embora a crise global tenha reduzido significativamente a atividade de viagens aéreas, as companhias aéreas em alguns países podem utilizar o 737 MAX para operações domésticas. Isso torna os pedidos pendentes um pouco mais fáceis de aceitar quando comparados aos widebodies maiores que só podem ser utilizados para voos transoceânicos e intercontinentais. É por isso que mais da metade dos 21 MAXs entregues, 12 para ser preciso, foram para transportadoras americanas: cinco para American Airlines, cinco para United Airlines e dois para Alaska Airlines Esses jatos serão utilizados principalmente em serviços de curta distância, bem como em destinos no sul do Caribe e América Central. Foto: Divulgação    


Aviação Civil

09/02/2021


Destino final: o deserto de Mojave   Até a pandemia, os Boeing 747 faziam voos regulares para a Lufthansa, voando ao redor do mundo quase todos os dias. Mas depois, tudo mudou. Os Jumbos foram uns doas primeiros aviões a parar quando a aérea de bandeira alemã precisou reduzir sua capacidade. O 747-400 D-ABVT fez seu último voo de passageiros em 19 de março, e depois a aeronave voou para Tarbes na França para armazenamento de longo prazo em 17 de junho. Porém, o D-AVTB voou ontem de Tarbes para Frankfurt, de onde voará para Los Angeles e, de lá fará seu último e curto voo, até o deserto de Mojave. Foto: Divulgação  



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