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Airbus divulga estudo de mercado para a China nos próximos 20 anos

Airbus divulga estudo de mercado para a China nos próximos 20 anos

A fabricante europeia Airbus divulgou um novo estudo de mercado para a China nos próximos 20 anos, que indica que o país terá necessidade de mais de 7.400 novos aviões de passageiros e cargueiros. Isto representa mais de 19% da demanda mundial total de cerca de 37.400 novos aviões até 2037. De acordo com a previsão de mercado global, novas entregas de aeronaves para a China no segmento cobrindo tipicamente o espaço onde a maioria das aeronaves de corredor único de hoje competem será de 6.180 exemplares; no segmento para missões que exigem capacidade adicional e flexibilidade de alcance, representadas por aeronaves de fuselagem larga menores e aeronaves de corredor único de longo alcance, a Airbus prevê demanda para 870 aviões; e para capacidade adicional e flexibilidade de alcance, no segmento de fuselagem larga de médio porte, haverá uma necessidade de 240 aparelhos. Já no setor que exige modelos super dimensionados, refletindo tipicamente operações de alta capacidade e longo alcance pelos maiores tipos de aeronaves, serão necessários cerca de 130 jatos. Até 2037, a propensão para a população chinesa voar mais que triplicará, de 0,4 viagens per capita hoje para 1,4. O consumo privado de uma classe média em crescimento (550 milhões de pessoas hoje, para 1,15 bilhões até 2037) deverá ser o principal impulsionador do crescimento futuro do tráfego aéreo. Hoje, esse consumo privado representa 37% da economia chinesa, uma parcela que deve subir para 43% em 20 anos. Com esses fortes impulsionadores do crescimento, a China se tornará o país líder para o tráfego aéreo de passageiros, tanto no mercado doméstico quanto no internacional, já que o movimento de viajantes nas rotas que ligam a China deverá crescer bem acima da média mundial em 6,3% nos próximos 20 anos. O tráfego interno do país quadruplicou nos últimos dez anos, com taxas de crescimento de dois dígitos e deverá se tornar o maior nos próximos dez anos. O tráfego internacional de e para a China quase dobrou nos últimos dez anos. Com a aviação continuando a provar uma maneira extremamente eficiente de transportar pessoas e mercadorias pelo país, o tráfego aéreo doméstico na China se tornará o fluxo número um do mundo, triplicando os níveis já impressionantes de hoje. Espera-se que os fluxos entre a China e os EUA, Europa e Ásia-Pacífico estejam entre os que mais crescem globalmente, com taxas médias de crescimento anual de 5,7%, 4,9% e 5,9%, respectivamente. Entre 2018 e 2037, a taxa de crescimento médio anual para todo o tráfego internacional de e para a China continental está prevista em 6,3%.



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12/10/2018


Helibras entrega dois helicópteros H135 para a Líder Aviação A fabricante Helibras anunciou a entrega de dois helicópteros H135 para a empresa Líder Aviação. A assinatura do contrato aconteceu no início do segundo semestre deste ano e contempla o fornecimento dos aparelhos configurados para operações de offshore como transporte de passageiros e missões de evacuações médicas no mercado Oil & Gas.


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12/10/2018


Passageiros querem mais informações, automação, controle e privacidade A Associação Internacional de Transporte Aéreo anunciou os resultados de sua Pesquisa Global de Passageiros (GPS) de 2018, que mostrou que os viajantes buscam novas tecnologias para lhes dar mais controle, informações e melhorar a eficiência quando viajam. Com base em 10.408 respostas de 145 países, a pesquisa forneceu informações sobre o que os passageiros gostariam de ter com sua experiência de viagem aérea.


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12/10/2018


Tarifa aérea doméstica teve redução de 3,9% no segundo trimestre do ano De acordo com o relatório publicado pela Agência Nacional de Aviação Civil, o preço médio da tarifa no segundo trimestre do ano (atualizada pela inflação) foi de R$ 321,78. O valor representa uma redução de 3,9% em relação ao mesmo período do ano passado, quando ficou em R$ 334,84. Este é o quarto ano seguido em que o indicador do segundo trimestre apresenta redução no preço médio. No acumulado do primeiro semestre do ano, o preço médio da tarifa aérea ficou em R$ 342,94, registrando um aumento da ordem de 1,5% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a tarifa média fechou em R$ 337,84.



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