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Aviação Militar/Geral



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Brasil possui uma frota de 2.194 aeronaves agrícolas

Brasil possui uma frota de 2.194 aeronaves agrícolas

A aviação agrícola brasileira entrou 2019 com uma frota de 2.194 aeronaves, segundo estudo divulgado pelo Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag). O resultado significa o crescimento de 79 aparelhos em 2018, uma alta de 3,74% durante o ano, mais do que o dobro dos 1,54% (32 aeronaves) que a frota havia crescido em 2017. Os números foram levantados junto ao Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). O estudo abrangeu também o número de empresas aeroagrícolas, que passaram de 244 em 2017 para 253 em 2018 (aumento de 3,7%), e de operadores privados (agricultores ou cooperativas que têm suas próprias aeronaves), que eram 565 em 2017 e chegaram a 585 no ano passado (+ 3,5%). Entre as fabricantes de aviões agrícolas, a brasileira Embraer tem ainda 58% do mercado brasileiro, com suas variantes do avião Ipanema. Porém, entre os diversos modelos que compõem a aviação agrícola nacional, cabe também ressaltar a entrada cada vez maior dos aviões turboélices, principalmente de fabricação norte-americana. Mais potentes e com maior capacidade de carga, os estes modelos já são 18,09% da frota brasileira e representaram 57 das 79 aeronaves acrescentadas na frota em 2018. O Brasil segue com a segunda maior força aérea agrícola do planeta, atrás apenas dos norte-americanos, que possuem cerca de 3,6 mil aeronaves (85% aviões e 15% helicópteros), segundo a Associação nacional de Aviação Agrícola dos Estados Unidos (NAAA). O País está à frente ainda de potências como o México (2 mil aeronaves), Argentina (1,2 mil aeronaves), Nova Zelândia e Austrália (300 aeronaves cada), entre outras. Mais informações no portal www.sindag.org.br.




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