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Aviação Executiva



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Bombardier expande ofertas de centro de serviço para clientes Challenger e Learjet

Bombardier expande ofertas de centro de serviço para clientes Challenger e Learjet

 

 

O contrato com a StandardAero permitirá que clientes Challenger e Learjet se beneficiem de recursos de serviço de revisão expandida.

A Bombardier anunciou hoje que está reforçando seus recursos de manutenção em suas instalações de serviço na Europa após um novo acordo com a StandardAero. A parceria irá aprimorar a experiência do cliente para os clientes de aeronaves Learjet e Challenger, fornecendo recursos de reparo e revisão de motores e APU nos centros de serviço Biggin Hill e Berlim, além das estações de manutenção de linha da Bombardier na Europa.

Técnicos dedicados da StandardAero agora estarão disponíveis nesses locais para criar um balcão único para todas as necessidades de motor, APU e serviço de fuselagem dos operadores de aeronaves Bombardier.

Essa vantagem fornece aos clientes a flexibilidade de ter uma única proposta e gerenciamento de projeto de requisitos de fuselagem, motor e APU, bem como opções de preço com tudo incluído.

O acordo com a StandardAero baseia-se no compromisso global de atendimento ao cliente da Bombardier para fornecer a melhor experiência de atendimento ao cliente na aviação executiva hoje. O maior investimento da Bombardier em infraestrutura, novas tecnologias, recursos e capacidades continua a gerar valor para os clientes e suas aeronaves.

Foto: Divulgação

 



SAIBA MAIS

Industria

09/02/2021


Boeing entregou 21 aeronaves 737 MAX em janeiro   Boeing divulgou seus números de janeiro, e a fabricante de aviões norte-americana conseguiu entregar 26 jatos no mês passado. 21 dessas aeronaves foram 737 MAX, que foi reautorizado para voar em vários países ao redor do mundo. Agora que o 737 MAX pode retomar as operações nos Estados Unidos, Canadá, Europa e muito mais, várias companhias aéreas podem retomar as entregas de seus pedidos e colocar o jato em serviços regulares de passageiros. Embora a crise global tenha reduzido significativamente a atividade de viagens aéreas, as companhias aéreas em alguns países podem utilizar o 737 MAX para operações domésticas. Isso torna os pedidos pendentes um pouco mais fáceis de aceitar quando comparados aos widebodies maiores que só podem ser utilizados para voos transoceânicos e intercontinentais. É por isso que mais da metade dos 21 MAXs entregues, 12 para ser preciso, foram para transportadoras americanas: cinco para American Airlines, cinco para United Airlines e dois para Alaska Airlines Esses jatos serão utilizados principalmente em serviços de curta distância, bem como em destinos no sul do Caribe e América Central. Foto: Divulgação    


Aviação Civil

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Destino final: o deserto de Mojave   Até a pandemia, os Boeing 747 faziam voos regulares para a Lufthansa, voando ao redor do mundo quase todos os dias. Mas depois, tudo mudou. Os Jumbos foram uns doas primeiros aviões a parar quando a aérea de bandeira alemã precisou reduzir sua capacidade. O 747-400 D-ABVT fez seu último voo de passageiros em 19 de março, e depois a aeronave voou para Tarbes na França para armazenamento de longo prazo em 17 de junho. Porém, o D-AVTB voou ontem de Tarbes para Frankfurt, de onde voará para Los Angeles e, de lá fará seu último e curto voo, até o deserto de Mojave. Foto: Divulgação  



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