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Aviação Civil



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Avianca continua fortalecendo seus protocolos de biossegurança para garantir voos seguros

Avianca continua fortalecendo seus protocolos de biossegurança para garantir voos seguros

 

Para prevenir infecções e cuidar de passageiros e funcionários, a Avianca mais uma vez atualizou seus protocolos de biossegurança e a partir de 14 de abril de 2021 só aceitará o uso de máscaras cirúrgicas ou padronizadas sem válvula e de tecido em seus voos.

Desta forma, segue as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e restringe o uso de máscaras "anti-gases" ou com filtros externos, cachecóis e lenços

Além dessa prática adotada por todo o setor, Avianca lembra que o uso desse elemento de proteção é obrigatório em toda a experiência de voo e convida as pessoas que planejam viajar com eles em breve a verificar se estão com a máscara correta.

Estes são alguns dos protocolos de biossegurança que devem ser seguidos antes de embarcar em um avião da Avianca:

Uso de máscaras faciais em todas as fases do voo, cobrindo nariz, boca e queixo.

Verificação da temperatura corporal na entrada do terminal.

Desinfecção contínua das mãos.

Todos os passageiros com resultado de teste pendente ou positivo, ou com sintomas respiratórios ou indicativos de Covid-19, devem manter o isolamento obrigatório e abster-se de se apresentar para embarcar em um voo.

Foto: Divulgação

 



SAIBA MAIS

Aviação Civil

07/04/2021


Eastern Airlines aumentou as frequências entre Miami e Assunção   Nesta terça-feira (06/04), às 10h03, horário local, o Boeing 767-300ER da Eastern Airlines, proveniente de Miami, pousou no aeroporto de Assunção, iniciando a segunda frequência semanal da empresa entre as duas cidades. A empresa americana fazia um voo por semana entre Miami e Assunção e vice-versa. Em dezembro do ano passado, a Eastern iniciou a operação na referida rota com duas frequências semanais. Por conta das restrições e da demanda, a empresa reduziu para um voo a partir de janeiro. A Eastern Airlines continuará com as duas frequências semanais para a capital paraguaia. No momento não há novas mudanças na programação para os próximos meses. Foto: revistaflap.com.br    


Aviação Civil

07/04/2021


O Airbus A321XLR vai desafiar o modelo hub & spoke   Para uma companhia aérea como a Emirates, que cresceu em um hub, o aumento dos aviões de um corredor e longo alcance pode ser visto como uma ameaça a esse modelo de negócios. Aeronaves como o A321XLR abrirão mais oportunidades para as companhias aéreas operarem ponto a ponto, prejudicando o tráfego nas rotas aéreas centrais. Mesmo antes da crise do COVID, especialistas da indústria de aviação previam a morte do modelo hub and spoke. À medida que os desafios de baixo custo surgiam e as aeronaves se tornavam mais eficientes, as companhias aéreas encontraram maneiras de criar novas oportunidades, capitalizando em rotas não atendidas ou mal atendidas. Alguns previram que esse era o futuro da indústria e que o modelo de hub estava desatualizado. Sir Tim Clark, presidente da Emirates, admite que o modelo de hub não é para todos os aeroportos e rotas. Ele observou que o aumento de narrowbodies de longo alcance excepcionalmente capazes poderia certamente ver um aumento na atividade ponto a ponto. As companhias aéreas já estão fazendo planos para voar em aeronaves narrowbody em rotas cada vez mais longas. As operadoras canadenses têm horários para cruzar o Atlântico com o 737 MAX, enquanto a JetBlue trará seu A321LR de Boston e Nova York para Londres antes do final do verão europeu. Com aeronaves como o Airbus A321XLR no futuro da indústria, o potencial para rotas cada vez mais longas e ambiciosas com esses jatos ágeis está aumentando. No entanto, a Emirates continuará sendo uma operação hub and spoke, sem planos de incorporar operações narrowbody em um futuro previsível. Foto: Airbus



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