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Aviação Civil



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Balas perdidas atingem aviões da MEA

Balas perdidas atingem aviões da MEA

 

Tradicionalmente, no Líbano as pessoas comemoram o ano novo atirando e chovem balas perdidas. Inúmeras pessoas, incluindo crianças, são anualmente gravemente feridas ou mortas.

Não só o sofrimento humano é grande, como quatro aeronaves da MEA (Middle East Air Airlines) foram danificadas: três Airbus A321neo e um Airbus A330 foram atingidos no Aeroporto Internacional Rafic Hariri de Beirute, capital do Líbano.

As equipes de manutenção tiveram que consertar os buracos antes que as aeronaves pudessem voar novamente, algo lamentável para aeronaves quase novas.

Temendo esse incidente com antecedência, o diretor da Segurança Aeroportuária solicitou que o Ministério do Interior que tomasse medidas para conter os tiroteios comemorativos.

Embora lamentável, é bom que o tiroteio não tenha causado danos irrevogáveis às aeronaves, mas as autoridades terão que traçar estratégias para evitar que tais incidentes ocorram no futuro.

Foto: Airbus



SAIBA MAIS

Industria

31/12/2020


França Anuncia Programa de Porta-Aviões Nuclear   O presidente francês Emmanuel Macron anunciou que o Porte-Avions Nouvelle Génération (PANG, porta-aviões de nova geração) do país será movido a energia nuclear. O anúncio de Macron foi acompanhado pela divulgação de mais detalhes sobre o navio, que deve entrar em serviço em 2038. O PANG foi criado após uma tentativa abortada (em 2013) de construir um porta-aviões em cooperação com o Reino Unido. Conhecido como PA2 e conhecido como Richelieu, o navio usava o design de duas ilhas dos navios britânicos, mas teria catapultas para lançar aeronaves no lugar das rampas de esqui dos navios ingleses. O lançamento do navio está programado para 2036 para concluir os testes de montagem e de mar a tempo para a data de entrada em serviço de 2038. O PANG contará com dois reatores K22 de 220 megawatts - construídos e integrados por uma equipe liderada pela Technicatome - proporcionando uma velocidade máxima de cerca de 27 nós. Medindo cerca de 300 metros de comprimento e 80 metros de largura, o PANG terá um complemento - incluindo o grupo aéreo - de cerca de 2.000 marinheiros, acomodados em confortáveis ​​cabines de quatro a oito beliches. A embarcação deslocará 75.000 toneladas em plena carga, um aumento considerável no tamanho em comparação com o porta-aviões atual, o Charles de Gaulle de 42.500 toneladas. O aumento de tamanho é em grande parte devido ao aumento de tamanho e peso do equipamento principal da aeronave do PANG, o caça franco-alemão-espanhol de última geração (NGF). Espera-se que o gruo aéreo seja baseado em “cerca de 30” NGF. O porta-aviões também será compatível com o atual Dassault Rafale M, e dada a data de serviço declarada do NGF de 2040, é provável que o Rafale esteja a bordo para as operações iniciais. Outros recursos do grupo aéreo serão três aeronaves de alerta antecipado Northrop Grumman E-2D Advanced Hawkeye. Foto: navalnews.com    


Aviação Civil

31/12/2020


Qual será o futuro da LATAM? De acordo com “La Tercera”, um dos principais jornais chilenos, as ações da Latam Airlines, caíram de US$ 8.525 no ano passado para US$ 711 no final de maio último, estabilizando-se, agora, em US$ 1.340. A Latam Airlines, no seu melhor momento chegou a ser a maior companhia aérea da América Latina, como todas com altos custos e baixas margens de lucro, mas chegou a paralisar suas operações durante a pandemia. Quando suas ações atingiram o valor mais baixo, a dívida da empresa chegava a US$ 10 bilhões e seus proprietários decidiram entrar no Capítulo 11 da Lei de Falências, ficando a dívida suspensa pelo período de reestruturação judicial. Esta semana, a família Cueto se comprometeu a investir US$ 250 milhões. (Faz alguns dias comentamos da negativa da família Amaro de participar dessa injeção de capital). As possibilidades são muitas, mas os analistas chilenos acreditam que os acionistas, quando a empresa voltar às suas mãos, talvez no final de 2021, transformem a LATAM Airlines numa aérea menor, mas, segundo “La Tercera”, não necessariamente de baixo custo. Foto: LATAM  



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