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Alitalia decide cortar drasticamente os custos

Alitalia decide cortar drasticamente os custos

Alitalia, a maior companhia aérea italiana, adquirida por NEWCO, decidiu cortar drasticamente os custos: começando por 5.000 trabalhadores, e haverá uma revisão total das rotas de longo percurso e para cidades europeias.

Cinco das muitas principais rotas de longo percurso permanecerão ativas, ou seja, as lucrativas, que são: Nova York, Los Angeles, Tóquio, São Paulo e Buenos Aires. Quanto à Europa, a ideia é se concentrar nas grandes cidades, a começar pelas capitais e principais centros económicos.

O anteprojeto do plano industrial da Italia Transporti Aereo SPA (ITA), prevê a escolha de um parceiro internacional, quando o mercado começar a dar sinais de recuperação: um entre a Lufthansa e a tríade Delta Air Lines, Air France e KLM.

A frota da “nova” Alitalia deverá estar composta por cinco Embraer E190, 40 Airbus A319/320, cinco Boeing 777-200ER e um 777-300ER. Foto: Divulgação

 

 



SAIBA MAIS

Aviação Civil

15/12/2020


Eastern Airlines poderá ter voos diretos dos Estados Unidos para Belo Horizonte   Comenta-se que a companhia aérea norte-americana Eastern Airlines começará a operar voos diretos de Nova York, Boston e Miami, para Belo Horizonte/Confins. A empresa, que já foi uma das maiores dos Estados Unidos, chegou a voar, no final dos anos 1980, de Miami para Rio de Janeiro/Galeão e São Paulo/Guarulhos com aeronaves DC-10-10. Durante a sua longa história, a companhia norte-americana fundada em 1926 chegou a ser uma das “quatro grandes” dos Estados Unidos. Depois de mudar de dono em 1986, acabou falindo em 1991. Em 2015 iniciou uma nova fase com planos ambiciosos, no que se refere a frota e rotas. Por enquanto conta apenas com oito Boeing 767-200/-300, mas pretende adquirir até 55 Boeing 767 e 777 para voar para América do Sul, Caribe e China.  


Aviação Civil

15/12/2020


Tráfego de passageiros na América Latina e Caribe diminuiu 62,3% em outubro   A ALTA Associação Latino-Americana e Caribenha de Transporte Aéreo acaba de anunciar que as companhias aéreas que operam no mercado latino-americano e caribenho transportaram 13,1 milhões de passageiros em outubro, 62,3% menos, ou 21.610.273 menos passageiros, em relação ao ano anterior . O tráfego (RPK) diminuiu 68,4% e a capacidade (ASK) diminuiu 62,6%, levando a taxa de ocupação para 68,9%, 12,7 pontos percentuais a menos que em 2019.   Contudo, a aviação comercial continua apresentando sinais progressivos de recuperação. Em outubro, pela primeira vez desde o início da pandemia, pouco mais de 10 milhões de passageiros viajaram na região, sendo este o melhor mês desde abril de 2020.   Em outubro, praticamente todos os mercados domésticos da região - com exceção da Venezuela - estavam operacionais. México, Brasil, Chile e Colômbia lideram o tráfego doméstico, representando 60% do tráfego doméstico total na região.   O México teve seu melhor mês desde abril com 2,71 milhões de passageiros, representando uma redução de 41,3% em relação a outubro de 2019. O Brasil também registrou o melhor mês desde abril com 4 milhões de passageiros e uma redução de 52% em relação a outubro de 2019. A Colômbia registrou um tráfego de 655.000 passageiros, 72% menos em outubro de 2019, e o Chile teve 371.000 passageiros, o que é 68% a menos que em outubro de 2019.   O mercado internacional extrarregional também apresentou significativa reativação, sendo o melhor mês desde o fechamento total da fronteira em abril, impulsionado pelo mercado México-EUA que registrou 1,2 milhão de passageiros e uma redução de 42,8%.   No que se refere ao mercado internacional intrarregional, certo dinamismo começou a ser percebido em alguns mercados como o México-Colômbia, com 19.500 passageiros viajando entre os dois países. México e Brasil também se destacam com 10.500 passageiros, redução de 62% em relação a outubro do ano passado.   É importante mencionar que esses três países atualmente não possuem restrições para passageiros internacionais, nem teste negativo, nem quarentena, o que lhes permite ver melhores números no tráfego de passageiros.   É por isso que a ALTA continua a reiterar a urgência de eliminar as restrições à entrada de passageiros, a par da harmonização dos protocolos de biossegurança para que a nossa indústria e as nossas economias possam retomar o seu voo. Foto: alta.aero   *RPK (Revenue Passenger Kilometres) número de passageiros pagos transportados multiplicado pela distância percorrida **ASK (Available Seat Kilometres) número de lugares disponíveis para venda multiplicado pela distância percorrida *** PLF é obtido dividindo os RPKs pelos ASKs  



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