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Aviação Civil



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China Airlines recebe seu primeiro Boeing 777 cargueiro

China Airlines recebe seu primeiro Boeing 777 cargueiro

 

A China Airlines recebe ontem o primeiro de seis Boeing 777 Freighter, encomendados no Paris Air Show 2019, antes da pandemia. A empresa espera aumentar sua capacidade de carga em 15%, em 2021.

A aeronave deverá ser utilizada nas rotas entre Taipei e América do Norte. Estados Unidos é um mercado muito importante, e a carga tem desempenhado um papel fundamental para a manutenção da rentabilidade da companhia, apesar da queda no transporte de passageiros.

Além da crise provocada pela pandemia, o Boeing 777F poderá também modernizar frota cargueira da companhia, permitindo à China Airlines aumentar a sua capacidade em entrar em novos mercados, prevendo que a frota cargueira global deverá crescer mais de 60% nos próximos 20 anos. Foto: Boeing

 



SAIBA MAIS

Aeroportos

15/12/2020


Movimentação de carga em Viracopos tem novo crescimento em novembro e mantém ritmo de altas consecutivas em toneladas O Terminal de Carga do Aeroporto Internacional de Viracopos registrou em novembro a segunda maior alta de movimentação de carga no ano, com um total de 27.597 toneladas em importação, exportação, carga nacional e remessas expressas (courier).  O mês de novembro apresentou crescimento de 31% em relação ao mesmo período do ano passado. Já no acumulado do ano, de janeiro a novembro, a alta chegou a 14,28% em relação ao mesmo período de 2019, com um total de 233.790 toneladas transportadas por Viracopos em 2020.   Novembro só ficou atrás do mês de outubro, que detém até agora o recorde de registro de carga movimentada no ano, com 27.886 toneladas, somadas as exportações, importações, cargas nacionais e remessas expressas.  As seguidas altas são alavancadas pelos resultados na importação, exportação, carga doméstica e remessas expressas, consolidando o TECA (Terminal de Carga) de Viracopos, mais uma vez, entre as estruturas mais importantes para a logística e o abastecimento do Brasil, principalmente nos segmentos das indústrias farmacêutica, de tecnologia, alimentícia, autopeças, vestuário, química, calçados, entre outros diversos segmentos.  Importação e Exportação  Considerando apenas as importações, o mês de novembro registrou o recorde do ano, com 12.768 toneladas de carga chegando ao país por meio do TECA de Viracopos. O crescimento chegou a 5,8% em relação ao mesmo mês de 2019. Hoje, Viracopos recebe quase 40% do total de carga importada por via aérea no país.  As exportações também seguem em alta. Em novembro, 6.848 toneladas de carga deixaram o Brasil por Viracopos. O número é 32,6% superior ao volume registrado no mesmo mês de 2019.  Remessas expressas e Carga Doméstica  As remessas expressas ou courier também mantêm uma tendência de alta no acumulado do ano. Entre janeiro e novembro de 2020 foram movimentadas 5.181 toneladas, número 3,3% superior ao acumulado no mesmo período de 2019.  Só no mês de novembro foram 492 quilos de remessas que passaram por Viracopos.   No entanto, o recorde de remessas expressas enviadas ou recebidas neste ano aconteceu no mês de julho, com 583 quilos.  As cargas domésticas continuam exercendo um importante papel para impulsionar ainda mais a relevância logística e estratégica de Viracopos no cenário nacional por ser um aeroporto com uma das maiores distribuições de voos por todas as regiões do país.  No acumulado do ano, a alta de movimentação de carga doméstica por Viracopos chega a 53,10% neste ano em relação aos 10 primeiros meses de 2019. Passaram pelo aeroporto 50.451 toneladas ante 32.952 toneladas do mesmo período do ano passado.  Além disso, o mês de novembro representa o recorde no ano de movimentação de carga nacional por Viracopos, com 7.489 toneladas, superando o recorde anterior que havia sido registrado em outubro, com. 7.331 toneladas.  


Aviação Civil

15/12/2020


Tráfego de passageiros na América Latina e Caribe diminuiu 62,3% em outubro   A ALTA Associação Latino-Americana e Caribenha de Transporte Aéreo acaba de anunciar que as companhias aéreas que operam no mercado latino-americano e caribenho transportaram 13,1 milhões de passageiros em outubro, 62,3% menos, ou 21.610.273 menos passageiros, em relação ao ano anterior . O tráfego (RPK) diminuiu 68,4% e a capacidade (ASK) diminuiu 62,6%, levando a taxa de ocupação para 68,9%, 12,7 pontos percentuais a menos que em 2019.   Contudo, a aviação comercial continua apresentando sinais progressivos de recuperação. Em outubro, pela primeira vez desde o início da pandemia, pouco mais de 10 milhões de passageiros viajaram na região, sendo este o melhor mês desde abril de 2020.   Em outubro, praticamente todos os mercados domésticos da região - com exceção da Venezuela - estavam operacionais. México, Brasil, Chile e Colômbia lideram o tráfego doméstico, representando 60% do tráfego doméstico total na região.   O México teve seu melhor mês desde abril com 2,71 milhões de passageiros, representando uma redução de 41,3% em relação a outubro de 2019. O Brasil também registrou o melhor mês desde abril com 4 milhões de passageiros e uma redução de 52% em relação a outubro de 2019. A Colômbia registrou um tráfego de 655.000 passageiros, 72% menos em outubro de 2019, e o Chile teve 371.000 passageiros, o que é 68% a menos que em outubro de 2019.   O mercado internacional extrarregional também apresentou significativa reativação, sendo o melhor mês desde o fechamento total da fronteira em abril, impulsionado pelo mercado México-EUA que registrou 1,2 milhão de passageiros e uma redução de 42,8%.   No que se refere ao mercado internacional intrarregional, certo dinamismo começou a ser percebido em alguns mercados como o México-Colômbia, com 19.500 passageiros viajando entre os dois países. México e Brasil também se destacam com 10.500 passageiros, redução de 62% em relação a outubro do ano passado.   É importante mencionar que esses três países atualmente não possuem restrições para passageiros internacionais, nem teste negativo, nem quarentena, o que lhes permite ver melhores números no tráfego de passageiros.   É por isso que a ALTA continua a reiterar a urgência de eliminar as restrições à entrada de passageiros, a par da harmonização dos protocolos de biossegurança para que a nossa indústria e as nossas economias possam retomar o seu voo. Foto: alta.aero   *RPK (Revenue Passenger Kilometres) número de passageiros pagos transportados multiplicado pela distância percorrida **ASK (Available Seat Kilometres) número de lugares disponíveis para venda multiplicado pela distância percorrida *** PLF é obtido dividindo os RPKs pelos ASKs  



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