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Saiba como era voar nos anos 1950 com a KLM

Saiba como era voar nos anos 1950 com a KLM

No dia 7 de outubro de 2019, a companhia aérea KLM celebrará um século desde a sua fundação. Um bom momento para olhar para trás. Nas primeiras décadas de existência da empresa voar era restrito a alguns poucos felizes, algo difícil de imaginar hoje em dia. A partir da década de 1950, as viagens aéreas tornaram-se um pouco mais acessíveis ao público em geral. Certamente não era rotineiro, principalmente porque as passagens ainda eram muito caras. O que foi alcançado nos últimos 100 anos? A indústria cresceu, e a KLM e outras transportadoras aproveitaram essas mudanças. Foi nessa época que o transporte aéreo deu um salto adiante até o momento em que estamos hoje, de viagens popularizadas. Seguindo o exemplo de outras operadoras aéreas, a KLM introduziu uma segunda classe de viagens em 1952. A turística tinha mais assentos na cabine e o serviço era menos elaborado para esses passageiros. As passagens eram mais baratas, permitindo que mais pessoas viajassem de avião. Isso criou o fenômeno na época, de pessoas reservando suas férias para destinos mais longe de casa. Não é como se as pessoas estivessem voando para Barcelona no fim de semana, mas esse foi um grande avanço nos dias de reconstrução pós-guerra. Logo depois em 1958, os preços das passagens caíram ainda mais quando a classe econômica foi introduzida, permitindo que ainda mais pessoas voassem pelo mundo. Durante a primeira década da indústria da aviação, as corridas aéreas eram organizadas regularmente para aumentar a confiabilidade e a inovação tecnológica. A KLM competiu nestas corridas, muitas vezes com sucesso. Um exemplo foi a Last Great Air Race, realizada entre Londres, Inglaterra, e Christchurch, na Nova Zelândia, em 1953. A empresa venceu esta corrida na categoria comercial, completando-a em cerca de 44 horas. Naquela época, isso era um feito impressionante. O voo de 1953 também foi especial. Havia um grande grupo de jovens mulheres a bordo, viajando para a Nova Zelândia para conhecer seus futuros maridos. Esta jornada tornou-se mais tarde conhecida como o “voo das noivas”, o que gerou uma grande publicidade na época e mais tarde virou tema de um livro e um filme. Hoje em dia, a mesma viagem leva 24 horas para ser concluída. Para se diferenciar de outras companhias nos anos 1950, a KLM começou a apresentar aos passageiros da primeira classe uma lembrança, quando isto era proibido para quem viajasse. A companhia então mudou o enfoque de lembrança para a “última bebida da casa” ou a saideira, pode-se dizer, assim como alguns restaurantes e bares oferecem. Em vez de servir essas bebidas em um copo, a companhia as servia em uma casa em miniatura que os passageiros eram convidados a levar para casa. Várias formas foram testadas até que a primeira casa em miniatura em porcelana Delft foi introduzida em 1952. Isso levou a uma tradição que acabou se tornando um dos itens de colecionador mais emblemáticos da aviação. Atualmente, mais de 800.000 casinhas são distribuídas aos viajantes. A bordo, muito mudou desde os anos 1950. Voar costumava ser uma experiência única, mas hoje é um modo de transporte mais cotidiano. Pode haver menos espaço a bordo hoje em dia, mas há mais entretenimento disponível. Em viagens mais longas, todos os passageiros têm acesso ao seu próprio sistema de entretenimento. Esse certamente não foi o caso nos primórdios, onde os passageiros passavam o tempo lendo livros, jornais e revistas, ou conversando com a tripulação e seus companheiros de viagem. Também não havia praticamente nenhum contato entre quem estava no avião e o mundo exterior, que está mudando gradualmente à medida que o acesso à Internet se torna mais comum a bordo. Resumindo, voar nos velhos tempos não era quase nada como hoje. Para resumir, nostalgia! Os anos 1950 foram de transição para a aviação, de um período exclusivo em que as viagens aéreas eram reservadas para a elite, até o dia atual em que o voo é acessível a muitos. Com a introdução de novas classes de viagens, os locais mais distantes tornaram-se menos desejo e mais possibilidade, mas as viagens aéreas certamente ainda não estavam ao alcance do público em geral. A KLM participou de várias corridas, que continuaram a atrair muita atenção, mas se tornaram cada vez mais raras. Para garantir a lealdade dos passageiros, as companhias aéreas procuravam formas de dar às pessoas uma memória duradoura do seu voo. As pessoas que viajavam na classe econômica naqueles dias já não correspondiam às mesmas dos primeiros anos da aviação. Mas a década de 1950 abriu a porta do avião para mais indivíduos, permitindo-lhes voar pela primeira vez e quantas mais quisessem.  A KLM olha para o passado com nostalgia e aprendizado, ao mesmo tempo que é essencial analisar e celebrar o que vem pela frente. O que o futuro nos reserva? 



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