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Frota da América Latina deve dobrar durante os próximos 20 anos

Frota da América Latina deve dobrar durante os próximos 20 anos

Entre 2016 e 2035, a América Latina precisará de 2.570 novas aeronaves de passageiros e carga, incluindo 2.030 de corredor único e 540 widebodies, com valor estimado em US$ 350 bilhões. De acordo com o mais recente estudo da fabricante europeia Airbus, a frota de aeronaves de carga e de passageiros da América Latina deve ultrapassar 3 mil aparelhos nos próximos 20 anos, mais que o dobro da frota em operação atualmente. A demanda está em crescimento por conta do aumento de tráfego de passageiros na América Latina, previsto para equiparar o crescimento mundial de 4,5% anualmente até 2035. Essa taxa de crescimento considera um aumento de 3,8% no tráfego entre a América Latina e outros continentes, assim como um aumento de 4,9% no tráfego doméstico e inter-regional da América Latina nos próximos 20 anos. A classe média na América Latina também tem papel importante neste crescimento, atingindo meio bilhão de pessoas até 2035, número duas vezes maior que em 2006. No Brasil, país cujo setor aéreo representa mais de US$ 32 bilhões do PIB, as frotas do país exigirão 1.400 novas aeronaves até 2035 para atender à demanda do mercado. Esse crescimento será resultado do aumento da propensão dos brasileiros a viajar: o número de viagens per capita está previsto para dobrar, e a aceleração do crescimento do tráfego está prevista para crescer 4,8% anualmente nos próximos 20 anos, acima das taxas regionais e mundiais estimadas. Com mais de mil aeronaves vendidas e um backlog de cerca de 450, quase 650 aeronaves Airbus estão em operação em toda a América Latina e Caribe, representando 53% da frota em operação no mercado. Desde 1990, a Airbus assegurou mais de 60% dos pedidos líquidos na região e nos últimos dez anos, triplicou sua frota em operação na América Latina.


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