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Aviação Civil



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Viva Aerobus divulga resultados operacionais

Viva Aerobus divulga resultados operacionais

 

O Grupo mexicano Viva Aerobus apresentou resultados operacionais  no 4T20, que refletem uma tendência de recuperação iniciada no terceiro trimestre.

No quarto trimestre de 2020, a Viva manteve a liderança na reativação do setor ao se tornar a primeira companhia aérea do continente americano a retomar 100% de sua capacidade operacional, conquista alcançada em novembro. Posteriormente, tornou-se a primeira companhia aérea mexicana a aumentar sua capacidade operacional, aumentando sua oferta (assentos por quilômetro disponível) em 11% em dezembro de 2020 em relação ao mesmo mês de 2019. Assim, a Viva encerrou o ano com uma oferta de 131 rotas (103 nacionais e 28 internacionais), 12 rotas a mais que no final de 2019.

Com base neste aumento operacional e de passageiros, a receita operacional do trimestre teve um aumento de 76,8% em relação ao terceiro trimestre de 2020. Viva Aerobus registrou mais de 8,1 milhões de passageiros no ano, uma redução de 32,4% em relação a 2019.

“Diante deste ambiente de constantes mudanças à medida que a pandemia evolui, toda a equipe da Viva Aerobus respondeu com rapidez, prudência e determinação, profissionalismo que se reflete nos resultados firmes dada a magnitude do desafio: liquidez, um EBITDAR positivo por segundo trimestre consecutivo e operação estável. Olhamos para o futuro com renovada esperança e otimismo, confiantes de que sairemos fortalecidos desta situação para continuar consolidando nossa liderança no setor aéreo mexicano”, afirmou Juan Carlos Zuazua, CEO do Grupo Viva Aerobus.

Foto: Airbus

 



SAIBA MAIS

Aviação Civil

23/02/2021


Boeing 777 com motores PW4000 parados em todo o mundo   Após o incidente do sábado (21/02) a Boeing, recomendou a parada de todos os 69 aviões em serviço e outros 59 em armazenamento “até que a FAA identifique o protocolo de inspeção apropriado”. Junto com os 24 aviões ainda em serviço com a United, outros 19 voam para a All Nippon Airways e 13 para a Japan Airlines. O restante voa para a Korean Air e Asiana, que disseram que também pousariam suas frotas. Em uma declaração, o administrador da FAA Steve Dickson esclareceu o foco dos investigadores nas pás ocas do fan, exclusivas do PW4000s no 777. Essas pás foram examinadas no passado, após um incidente semelhante em 2018 envolvendo o mesmo modelo de avião operado pela United Airlines. Nesse caso, a inspeção inicial do National Transportation Safety Board encontrou uma lâmina fraturada na raiz, uma lâmina adjacente fraturada no meio do vão e uma parte de uma incrustada no anel de contenção. O restante das lâminas mostrou danos nas pontas e bordas de ataque. Os investigadores do NTSB continuam analisando os destroços que choveram em uma área de um quilômetro e meio de um subúrbio de Denver no sábado como resultado da falha do motor. Nenhum dos 241 passageiros e membros da tripulação, nem ninguém no solo, sofreu ferimentos. Foto: Divulgação    


Aviação Civil

23/02/2021


Colômbia poderá ter duas novas companhias aéreas este ano   O principal hub da Colômbia é o Aeroporto Internacional El Dorado, em Bogotá. Avianca e LATAM usam este aeroporto como sua porta de entrada e saída do país. No entanto, ultimamente, tem havido algum movimento para descentralizar a indústria da aviação na Colômbia. Na semana passada, a operadora de baixo custo Viva Air anunciou que iria começar a operar várias rotas internacionais a partir de seu hub em Medellín. Agora, a Starblue Airlines, recentemente pediu permissão às Autoridades de Aviação Civil da Colômbia (Aerocivil) para operar seis voos domésticos de duas cidades colombianas e cinco rotas internacionais. O dia 25 de fevereiro é a data crucial para muitos planos da aviação colombiana, pois a Aerocivil terá uma audiência pública e decidirá o futuro da Starblue Airlines e discutirá os planos da Volaris e da Viva Aerobus de entrar no mercado colombiano. As duas operadoras mexicanas de baixo custo planejam operar voos para Bogotá e Medellín. Se Ultra Air e Starblue obtiverem suas permissões para operar, a Colômbia poderia ter nove companhias aéreas domésticas antes do final do ano. Avianca e LATAM continuariam como as principais operadoras do país; seus concorrentes atualmente são Viva Air, SATENA, CGA, EasyFly e Wingo. Foto: Divulgação    



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