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A MALDIÇÃO DO “K”
 
Na aviação brasileira, a grande maioria dos entusiastas já ouviu falar da maldição do “K”: dos sete maiores acidentes aéreos no Brasil das últimas décadas, cinco foram com aviões cuja matrícula terminava com esta letra! Foram eles: 

Airbus A320 PR-MBK, varou a pista após pousar em Congonhas e explodiu ao se chocar com o prédio da TAM Express, 17/07/2007 (199 mortos).

Boeing 727 PP-SRK, bateu em um morro pouco antes de pousar em Fortaleza, 08/06/1982 (137 mortos).

Fokker 100 PT-MRK, caiu após decolar de São Paulo/Congonhas, 31/10/1996 (99 mortos, sendo 4 em terra).

Boeing 707 PP-VJK, caiu ao tentar pousar em Abidjan, Costa do Marfim, 03/01/1987 (50 mortos).

Boeing 737 PP-VMK, caiu por "pane seca" (sem combustível) em S.José do Xingu, 03/09/1987 (13 mortos).

Acrescenta-se à lista a explosão do Fokker 100 PT-WHK, que em 09/07/1997 sua fuselagem rasgou em pleno vôo, ejetando um passageiro quando sobrevoava a cidade de Suzano. Segundo consta, um passageiro teria explodido uma bomba dentro do avião.

Na numerologia, o “K” está relacionado ao numeral 2”. Este número representa a dualidade, a polaridade, a necessidade de ser complementado, o convívio em harmonia com os demais.
É O PAR, o duo. Mutável e adaptável pode também ser indeciso. É o agente, o intermediário, o diplomata e o pacificador, pois a unidade só pode ser alcançada através do encontro das mentes, um compromisso em cada lado. O 2 representa o princípio feminino da receptividade, o “Yin”, que procura a união de duas entidades distintas. É o período de gestação, no qual as coisas começam a se formar. Procura um equilíbrio entre as forças se opõe e, por esse motivo representa a cooperação, a ligação e a parceria. É o pacificador, com atenção ávida para o detalhe. As características maternais, pacientes e sensitivas dos 2 levam-no a sempre colocar os outros em primeiro lugar.Tem como objetivo a união, não a separação; por isso, é obediente e compreensivo para com os outros. Procura, sobretudo, a harmonia e a assimilação.

Fonte: http://www.abbra.eng.br/numerologia3.htm

A alta ocorrência no número dois em um nome significa: Diplomacia, cooperação, sensibilidade, melancolia, indecisão e deliberação.

Eu não cheguei à conclusão alguma, mas se alguém chegou, por favor, me escreva que estou interessada no tema.

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(Fonte: O Estado de S. Paulo, 03.08.07, via Clipping SNA)
 
SP projeta minhocão em Moema para ampliação de Congonhas 

A Prefeitura encaminhou ao governo federal um projeto que prevê a construção de uma área de escape no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, em ambos os lados das cabeceiras da pista com a desapropriação de imóveis residenciais e comerciais nos bairros de Moema e Jabaquara. A idéia é que a obra seja paga com recursos da iniciativa privada, por intermédio de uma Parceria Público-Privada (PPP). O projeto elaborado por técnicos da Secretaria Municipal de Habitação prevê a construção de pilares formando uma espécie de 'minhocão' para abrigar a área de escape. O investimento seria de R$ 500 milhões. Os pilares sustentariam a estrutura de um caixote coberto com concreto poroso de cerca de 300 metros de comprimento, mesmo método construtivo utilizado no Aeroporto Internacional de La Guardia, em Nova York. A pista principal de Congonhas tem 1.940 metros de comprimento e o aeroporto foi construído em cima de um platô artificial, localizado a 802 metros acima do nível do mar. A área de escape suspensa avançaria por cima das avenidas Washington Luís e Bandeirantes, no lado do bairro de Moema. O perímetro retangular da área a ser desapropriada no lado de Moema da pista de Congonhas teria cerca de 900 metros de cumprimento em linha reta, atingindo imóveis até a Alameda dos Nhambiquaras. O local é bem adensado com imóveis residenciais e comerciais de alto padrão.O metro quadrado construído em Moema custa em média R$ 4,9 mil. O hotel de propriedade do empresário Oscar Maroni Filho, que a gestão Gilberto Kassab, pretende demolir por irregularidades no alvará de construção, está dentro do perímetro a ser desapropriado. O empresário briga com a Prefeitura na Justiça para inaugurar o empreendimento, que segundo Maroni, custou cerca de U$ 27 milhões. A proposta da área de escape na cabeceira oposta da pista, na região do Jabaquara, tem um quilômetro de extensão em linha reta, chegando até a Avenida Engenheiro George Corbisier. A região é predominantemente residencial, com imóveis antigos. A secretaria elaborou um projeto para ocupar o espaço vago pela área de escape suspensa por pilares no lado do Jabaquara. A idéia seria construir galpões subterrâneos para abrigar mercadorias apreendidas pela Polícia Federal ou para a Justiça Estadual guardar os processos arquivados. Os técnicos da secretaria também imaginam a possibilidade de transformar parte do vão livre em um albergue para atender aos passageiros em trânsito em Congonhas. O espaço seria cedido para exploração da iniciativa privada. O prefeito repassou a missão para o secretário municipal de Habitação, Orlando de Almeida Filho. 'Só é preciso vontade política para construir a área de escape em Congonhas', disse Almeida.O secretário ressaltou que já estudava a construção dessa área em Congonhas havia um ano. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o governador José Serra (PSDB) também concordam com a construção da área. Especialistas em segurança de vôo consultados pelo Estado defendem a obra pelo tamanho curto da pista principal. Os especialistas só advertem para o risco de um prolongamento da pista , que poderia gerar uma pressão comercial das companhias aéreas para operarem com aviões mais potentes.

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DIRETAMENTE DOS NOSSOS "ARCHIVOS”

 Em uma entrevista exclusiva à jornalista que vos escreve, o saudoso piloto Coaracy de Oliveira, um “cambalhoteiro” do auge da aviação acrobática de show aéreo brasileira, contou mais uma de suas aventuras:
“Festa no CTA, creio que em 1984, no final de semana, e era Semana da Asa. Briefing com o Major Gilmar, que cuidava do regulamento para os acrobatas. Segundo ele, eram ordens do comando: ‘No vôo de hoje (ou ‘de amanhã’, não lembro ao certo), domingo, acrobacia, só no mínimo 200 pés ou 60 metros de altura’ – e disse aquilo olhando para mim. Mas eu sabia que tinha autorização do DAC, pelo Braga (que cuidava dessa área lá), era liberada a altura. Mas, para o domingo, segundo o Major, ‘quem voar fora dessa altura vai ser suspenso.’” (Segundo Coaracy, os pilotos liberados dessa norma eram Portugal Motta, Braga, Coaracy, depois os da Fumaça – Alberto Bertelli já era falecido). Quando saíram do briefing, Braga perguntou ao Coaracy:
"Você vai voar baixo?"
"Ora, vou decolar, vou virar... Não somos liberados?", respondi.
No dia do show, depois que Braga pousou com seu T-6, Coaracy foi para a cabeceira da pista perto da Embraer, com seu biplano Bücker. "Decolei e virei, a meio metro do chão, tirei um raso na frente do público, fiz um looping invertido e já saí fazendo acrobacia." Aí, no debriefing, o Major disse:
"Cel. Braga, desobedeceu o regulamento porque passou num vôo rasante, não de dorso mas rasante no T-6, decolou na hora certa, pousou na hora certa. Cmte. Coaracy: decolou em cima da hora, pousou também na hora, mas desobedeceu os regulamentos, já veio de vôo rasante, ainda mais de dorso! E fez uma manobra rasante na frente do povo!" Quando ele acabou de falar, eu disse: "Major, com licença, o senhor vai me desculpar, porque eu apenas decolei e pus trem em cima!!!". Resposta do major:
"Então, na próxima vez o senhor vai pôr trem em cima lá na..."

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ERA BRIGADEIRO... E FOI “PROMOVIDO” A CORONEL???
(Fonte: UOL, 02.04.07)
 
Brigadeiro que conduziu a crise aérea deixará Cindacta-1 

O brigadeiro Carlos Aquino, que conduziu diretamente a crise do dia 30 de março com os controladores, deixará o comando do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo (Cindacta-1) dia 11 de abril. A transmissão do cargo, marcada no início de março, foi devido à sua promoção a coronel, já previamente decidida e que entrou em vigor dia 31 de março, dia seguinte ao motim. O cargo é privativo de coronel. Aquino será transferido para o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea). Ele vai trabalhar na equipe do brigadeiro Ramon Cardoso, que negou mo último sábado que esteja deixando o cargo. (...) 

NOSSA COLEÇÃO DE PÉROLAS VOADORAS

A Pérola da imprensa especializada em agosto-setembro/2004
 
(revista 3) “A situação era crítica principalmente na final da cabeceira 17 do Aeroporto de Congonhas (...). A Avenida Paulista também está perto e os aviões chegam a passar por cima dela quando decolam da cabeceira 34. Sendo o aeroporto CONGONHAS nos tempos atuais, a cabeceira (oposta á 17) é a 35. Digo “tempos atuais” porque já foi 34, mas há mais de 20 anos... e, neste caso, a oposta seria a cabeceira 16.
 
A Pérola da imprensa especializada em abril/2005

(revista 1) “O Boeing 737-700 é a aeronave da Gol que realiza os vôos para Buenos Aires.” “(...)’finger’ que dá acesso ao Boeing 737-700 (avião que faz a rota).” MAS “O Boeing 737-300 que voa para Buenos Aires é silencioso e confortável.” Pêra aí... todos trechos na mesma reportagem, e o terceiro trecho mudou o modelo do avião... informação ou desinformação?
A Pérola da imprensa especializada em maio/2006 
(revista 1) “Os A340 são usados para vôos intercontinentais e os Boeing 700ER para os de grande alcance.” Não existem Boeing 700ER e a empresa, no caso a LAN, utiliza aeronaves Boeing 767-300ER.

A Pérola da imprensa especializada em maio/2006

(revista 1) “Varig e Cruzeiro utilizaram numerosos aviões A300B4 em linhas domésticas e sul-americanas." Varig e Cruzeiro, juntas, utilizaram no total quatro aeronaves A300-B4, duas delas com cores de cada empresa. Podemos considerar uma frota de quatro aeronaves “numerosa”?
 
A Pérola da imprensa especializada em abril/2007

(revista 4) “Esquadrilha da Fumaça vai ser uma das atrações nas comemorações dos 60 anos da USAF (...) A organização do evento já confirmou a presença do esquadrão brasileiro com seus sete T-27 Tucano liderados pelo comandante da esquadrilha, Ricardo Reis Tavares – Fumaça 1.” O evento em referência aconteceu no final de julho de 2007. Acontece que o novo comandante da esquadrilha, desde 20 de dezembro de 2006, é Alberto das Neves Neto (ambos tenentes-coronéis), inclusive reportagens de TV sobre o evento mostraram-no, e não o comandante anterior.

Caixa Preta é feita pela jornalista Solange Galante e é publicada regularmente. 

   28/01/2008