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Caixa Preta 3
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Encontrei essa pérola em uma comunidade no Orkut:
“A causa do acidente, segundo a mídia "
Acidente ocorrido com CITATION em Criciúma, Santa Catarina em 1995. Notícia publicada no DIÁRIO CATARINENSE fazia sensação em dizer que: - " A provável causa do acidente foi porque o PLANO DE VÔO não foi encontrado entre os destroços da aeronave ". É de doer na alma...” Sem comentários... --------------------------------------------------- “Piloto fica trancado fora de cabine durante vôo" O piloto de um avião no Canadá ficou trancado fora da cabine depois de ter ido ao banheiro. Ao invés de entrar novamente na cabine para continuar a viagem, o piloto da Air Canada Jazz foi visto batendo na porta e falando com o co-piloto em um telefone interno. Os tripulantes tiveram que tirar as dobradiças e remover a porta para permitir que o piloto voltasse para a cabine. Um porta-voz da companhia aérea disse que o co-piloto poderia ter aterrissado a aeronave sozinho sem perigo para os passageiros. 'Caso raro'
O incidente ocorreu em um vôo interno, que ia da capital canadense Ottawa para Winnipeg, em Manitoba. O piloto foi ao banheiro nos fundos do jato Bombardier CRJ-100, que levava cerca de 50 passageiros, quando faltavam cerca de 30 minutos de vôo. Quando voltou, o piloto encontrou a porta emperrada. A porta teve que ser removida para que o piloto voltasse ao seu posto. O avião pousou em segurança. A porta-voz Air Canada Jazz, Manon Stuart, disse que o co-piloto permaneceu dentro da cabine durante todo o incidente e que o avião não iniciou sua descida enquanto o piloto estava do lado de fora. Em uma declaração Stuart afirmou que o problema na porta foi um "caso raro". "Até onde sabemos esta é a primeira vez que temos este tipo de problema durante um vôo. Investigamos esta questão e descobrimos que a tripulação seguiu nosso procedimento padrão, que obedece totalmente aos regulamentos de segurança do governo do Canadá", disse. "A segurança de nossos passageiros nunca foi comprometida." A porta-voz acrescentou que os passageiros permaneceram calmos durante o incidente, segundo a agência de notícias AFP.” FONTE: www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2006/08/060831_canadapilotopresofn.shtml
O AVIÃO DE ARAÇARIGUAMA
Ainda engatinhamos muito ao tentar elevar a cultura aeronáutica do País...
A pequena cidade de Araçariguama, no interior paulista, transformou a carcaça de um velho avião Viscount em um cinema popular, inaugurado em julho último. É uma atitude louvável mas, infelizmente, muitas informações incorretas cercaram as notícias sobre o histórico da aeronave. Muitas incorreções nem sequer são creditadas à assessoria de imprensa da Prefeitura da cidade, porém, outras o são, sim. A seguir, uma das primeiras reportagens a respeito, creditada à Agência Estado (os destaques são por nossa conta...): “O prefeito de Araçariguama (SP), Carlos Aymar (PFL), comprou da Varig, por R$ 80 mil, um Boeing DC 3 de 30 metros e instalou o aparelho numa praça da cidade de 13 mil habitantes, que nem sequer tem aeroporto. O plano era criar um novo atrativo turístico para o município, onde há uma mina de ouro desativada. Mas ele acabou descobrindo que a aeronave havia sido usada como avião presidencial pelo então presidente Juscelino Kubitschek. "Pesquisamos o prefixo e ficamos sabendo que era o avião presidencial reserva, e que o Juscelino fez 22 viagens com ele". Segundo Aymar, a descoberta conferiu valor histórico ao DC 3, estacionado na Praça Santos Dumont, construída recentemente. O plano, que era de homenagear o pai da aviação pelos 100 anos do vôo do 14 Bis, foi modificado. "Decidimos instalar um cinema no interior do avião", revelou o prefeito. A cidade não tem cinema. A sala de exibição terá 70 lugares. Durante a semana, serão exibidos documentários e filmes educativos para alunos das escolas locais. Aos sábados e domingos, as sessões serão para turistas e visitantes. A inauguração do Cine Avião, como será chamado o cinema, está prevista para o dia 20 de julho, quando serão lembrados os 133 anos de nascimento de Santos Dumont. O avião está sendo restaurado, a um custo de R$ 20 mil. (...)”. Uma olhada rápida na foto publicada já apontava alguns erros no texto. Era um Viscount, jamais um DC-3 (quanto mais Boeing DC-3...). E a Varig jamais usou Viscount. A comunidade entusiasta de aviação desconfiou que seria o avião PP-SRJ, que até algum tempo atrás estava abandonado em uma praça na cidade de Piracicaba, também no interior de São Paulo. No entanto, conforme estava nítido através de uma reportagem de TV sobre a inauguração do cine-avião, constava pintados na fuselagem a matrícula PP-SRC e o número de série Mk701/015/1958. E agora? SRJ ou SRC? Na verdade, o número de série estaria correto mas, a matrícula, errada. “Mk701/015” corresponde ao PP-SRJ, o avião ex-Vasp de Piracicaba. Já o PP-SRC era modelo 827 com número de construção 398 (seria, então um Mk827/398). Voou também pela Vasp e foi vendido a um operador uruguaio, recebendo a matrícula CX-BIY. E nenhum dos dois tinha a ver com o ex-presidente brasileiro. Os dois Viscount da FAB eram o VC-90 2100 (Viscount modelo 742 c/n 141) e o VC-90 2101 (Viscount modelo 789 c/n 345). A não ser que Juscelino tenha passeado no avião agora em Araçariguama como simples passageiro civil. Eis a confirmação da história do avião de Araçariguama: (FONTE: http://www.vickersviscount.net/Pages_Listings/Listings_CN_Details.aspx) Histórico: Primeiro, voou como G-AMOD pela BEA - British European Airways, comprado novo, entrou em serviço em 26 de junho de 1953. Vendido para a Vasp em 30 de agosto de 1962. Recebeu a matrícula PP-SRJ. Foi retirado de operação em fevereiro de 1969 e permaneceu em Congonhas. Foi doado para a cidade de Piracicaba em 1974. O site confirma que é o de Araçariguama: “2006: Now located at Araçariguama, São Paulo, Brasil (50 km of São Paulo city), owner and date of move unknown. No engines, no naceles and no original interior. The aircraft is now used as a 'cinema' for local children.” O historiador Vito Cedrini complementa as informações sobre este e outros aviões-irmãos:
“Este Viscount era o que ficava no Jardim Zoológico de Piracicaba. É um Viscount 701 PP-SRJ c/n 15. Construído pela Vickers Armstrong Ltd.em Weybridge, registrado para a Vickers como G-AMOD em 23.05.52, voou pela 1ª vez 17.06.53 como G-AMOD com a B.E.A . Entrou em serviço em 26.06.1953. Vendido para a Vasp como PP-SRJ e entregue em 26.02.1963. Retirado de serviço em 28.02.69 quando tinha 25.039 horas de vôo. A Vasp, em 1962, resolveu complementar sua frota de Viscount da Série 800 e entrou em contato com a British European Airways para a compra de 10 V.701, que foram gradativamente entregues até 1963. Em 31 de Dezembro de 1968 depois de um acidente ocorrido na Austrália com a aeronave VH-RMQ ,devido a uma falha estrutural na asa foi decidido “groundear” toda a frota de V.701. A vida útil da longarina interna das asas teve seu tempo reduzido. O novo limite então já havia, ou seria alcançado em breve. O custo para renovar as longarinas era alto e devido ao tempo de vida das aeronaves não seria compensador economicamente. Após isto a Vasp doou vários para Aeroclubes, praças etc. Este PP-SRJ é um dos ‘sobreviventes’. No Aeroclube do Campo de Marte havia o PP-SRN que até era usado sobre “Macacos” que simulavam um vôo e era passado um filme dentro como se estivesse voando. Uma vez tive a oportunidade de ‘voar’ nele. No Aeroclube de Jacarepaguá no Rio havia o PP-SRI que foi desmontado e vendido como sucata. (...) Em Bebedouro está o PP-SRO e, se não me engano, na Fazenda Matarazzo havia o PP-SRL. O PP-SRP que ficava em Rio Claro também teve um fim inglório. Havia também um em Pedreira, SP no qual resolveram “atear” fogo. Este, andei atrás dos restos junto com um amigo e descobrimos somente uma turbina em um ferro-velho da cidade.”
E, aqui, um alerta do brig. Danilo Álvares:
Só quero saber quem vai fazer a manutenção desta máquina. Em dois a três anos estará tudo corroído. A prefeitura deveria contratar algum mecânico de aviação com prática em tratamento anti-corrosivo ou na FAB (alguém que tenha trabalhado em um PAMA) ou na VARIG. Avião como monumento (sem voar) dá um trabalho danado e sai caro "pacas".
De qualquer modo, o avião foi inaugurado no dia do aniversário de Santos Dumont, conforme prometido. Aliás, quando é mesmo o aniversário de Santos Dumont??? Semanas antes da inauguração, perguntei para o assessor de imprensa de Araçariguama quando o cinema seria inaugurado, e ele escreveu: > A inauguração será no dia 23/06 quando comemoramos o aniversario de Santos Dumont (eu acho?)
Daí eu respondi para ele que o aniversário de Santos Dumont era dia 20 de julho. A resposta dele: > Realmente Solange me enganei mesmo, a inauguração será dia 23/07 e não 20/06 como falei. Bem... deixa pra lá...
===================================================== O P-38, como jato mas com duas hélices...
Companhia dos EUA apresenta jato com orçamento de US$ 276 bi Sexta, 7 de Julho de 2006, 18h18 Fonte: Reuters
A companhia de aeronáutica norte-americana Lockheed Martin apresentou nesta sexta-feira em Fort Worth, no Texas, o jato militar F-35, batizado de "Lightning II" em homenagem a dois caças anteriores. O programa de criação da aeronave tem custo de US$ 276 bilhões, o mais caro da história dos EUA. "O F-35 Lightning II será a peça central de poderio aéreo do século 21 para a América e nossos aliados", afirmou o vice-secretário de Defesa, Gordon England, em comunicado. A Lockheed é a principal empresa envolvida no desenvolvimento de três versões do avião que será impulsionado por um único motor. O nome do F-35 lembra o modelo P-38 Lightning, desenvolvido pela Lockheed, que atuou na Segunda Guerra Mundial e obteve o maior número de vitórias no Pacífico que qualquer outro jato dos EUA. Desenhado para atuar como um interceptador de alta altitude, o P-38, com dois motores de hélice, era usado para bombardeios, combates em terra e reconhecimento fotográfico. A English Electric, que depois se tornou a BAE Systems, construiu um jato supersônico de dois motores em meados dos anos de 1950, que também foi chamado de Lightning. A aeronave podia alcançar velocidades de até 2,4 mil quilômetros por hora e continuou em serviço até 1988. (...) ------------------------------------------------------------
DEBUTANDO COMO PASSAGEIRA “COMUM” Quando fui picada pela primeira vez pelo “bichinho” que os entusiastas da aviação costumam chamar de “aerococus”, eu ainda não havia voado, nenhuma vez. Um falecido amigo jornalista de aviação me presenteou com o meu primeiro vôo em um monomotor Corisco e, depois, tive a oportunidade acompanhá-lo em dois vôos para imprensa, um da Transbrasil com Boeing 767, indo de Congonhas para Guarulhos dois dias antes do Aeroporto Internacional ser inaugurado, e em pleno feriado de sete de setembro de 1985, um vôo de demonstração do Boeing 737-300 da americana Piedmont Airlines, que voou entre Congonhas e Santos-Dumont (nem desembarcamos), retornando depois ao aeroporto paulistano. Mas eu queria voar pela primeira vez como passageira “comum”, e desembarcar pela primeira vez fora do estado de São Paulo. Aproveitei minhas férias da empresa onde eu trabalhava, ainda em 1985, para realizar uma aventurazinha. Minha mãe seria minha acompanhante, “moleca” como eu, que ela era. Compramos uma passagem São Paulo-Rio pela Varig. Os nostálgicos vão me matar, mas eu não quis ir de ponte aérea, no Electra, para o Aeroporto Santos Dumont. Hoje, até me arrependo, mas, naquela época, eu queria mesmo era pousar no Galeão. As nossas duas passagens eram só de ida, e explico o porquê mais adiante. As passagens foram parceladas em 10 prestações, diretamente com a Varig. Infelizmente, não guardei documentos com os valores. Infelizmente, também, não anotei a matrícula do avião (Boeing 737-200) com que voamos. Bem, fomos bem cedo para o Rio. Desembarcamos, fomos para o terraço do Galeão (naquela época, saudosamente aberto) e fiquei admirando aviões que eu ainda não havia visto de perto, como o meu amado DC-10, por exemplo. Tirei fotos com minha camerazinha Kodak Instamatic! Ficamos vendo avião e comendo um sacão de pães de queijo trazidos de São Paulo. Depois, tomamos ônibus urbanos e ficamos passeando por um Rio de Janeiro que, naquela época, era bem menos violento do que hoje é divulgado. Fomos conhecer de perto o Aeroporto Santos Dumont mas, à noite, fomos à rodoviária e voltamos de ônibus da Cometa para Sampa. Só para economizar grana. A história não acabou aí. Lembram-se das prestações das passagens de ida? Devido a um dos famosos planos econômicos brasileiros da década de 80, no ano seguinte, 1986, passou a existir a “tablita”, que reduzia os juros, e, conseqüentemente, as prestações de compromissos financeiros assinados anteriormente. Lembro que cerca de metade das 10 prestações das passagens sofreram redução progressiva de valor devido à tablita. Se pudéssemos antes prever que isso fosse acontecer, teríamos até voltado de avião também! DIRETAMENTE DOS NOSSOS “ARCHIVOS”
O fascínio da aviação, especialmente quando os acrobatas aéreos levam seu circo às pequenas cidades onde mal se vê, normalmente, um avião, sempre provocam alguns curiosos comentários por parte dos pilotos, transformados de repente em verdadeiras celebridades: “O povo fecha a gente, como peru no meio da roda e vêm as perguntas mais absurdas possíveis. Um jornalista queria saber quantos aviões eu havia abatido na guerra de 1914. Outro ouviu falar que o Barão Vermelho passou mal comigo. Perguntas difíceis de responder. Em 1914 tinha apenas nascido. Sei que quando moleque, não era muito anjinho, mas nem tanto. Prometi a eles que ia perguntar à minha mãe se havia feito isto, pois não me lembrava. Escurece, vamos todos para a cidade, jantar e dormir, porque amanhã tem mais. Antes de dormir mais uma rodinha em torno do Chefe Braga. Ele tinha que responder sobre a guerra, agora a de 1945.* Fui dormir e não fiquei sabendo quantos aviões o Chefe tinha abatido.” (...) “Jantamos. Muita gente a fazer sala. As perguntas clássicas. Quantas vezes já caiu? Alguns chegam a perguntar: – Quantas vezes já morreu?” (FONTE: Livro “Alberto Bertelli, uma vida de cabeça para baixo”)
*Na verdade, o saudoso Cel. Braga, da Esquadrilha da Fumaça, só entrou para a Força Aérea Brasileira beeeeem depois da Segunda Guerra... ------------------------------------------------------ NOSSA COLEÇÃO DE PÉROLAS VOADORAS
A Pérola da imprensa especializada em março/2006
“Transbrasil e Vasp eram empresas nascidas antes da II Guerra Mundial (1938-1945), quando eram diversas as condições da aviação comercial brasileira (...)”
“A Vasp, tudo bem, mas a Transbrasil foi fundada 10 anos após o término da II Guerra mundial, ou seja, em 1955.
A Pérola da imprensa especializada em abril/2006 “(...)Albuquerque teria forçado a interrupção do procedimento de decolagem do Fokker 100 PT-MZQ.”
Na verdade, PT-MZQ é um Airbus A320 da TAM e não um Fokker 100. A Pérola da imprensa não-especializada em setembro/2006
(...) em junho de 82, aconteceu o que até hoje era considerado o pior acidente da história da aviação comercial brasileira: um Boeing 747 da Vasp também bateu contra uma colina perto de Fortaleza.
” Na verdade, o acidente foi com um Boeing 727 da Vasp. Felizmente, a TV não mostrou fotos de Boeing 747 enquanto narrava o texto...
A Pérola da imprensa não-especializada em outubro/2006
“As fotos do Legacy, que ainda está na Base Aérea da Serra do Cachimbo, mostram os estragos provocados pelo choque. Parte da asa esquerda, e a deriva, na parte traseira, ficaram danificadas.”
Na verdade, as imagens que a rede de televisão apresentou mostravam danos na asa e no profundor do Legacy. Ou a repórter ouviu uma fonte que também falou errado ou quis ela própria falar difícil. Bastava falar “cauda da aeronave” (“rabo” não, por favor...)
------------------------------------------------------- NÃO AO RACISMO EM VÔO
O texto abaixo já é bem conhecido na comunidade aeronáutica e mesmo fora dela. Não temos confirmação se realmente é real, mas o que interessa é que esse texto tem grande aprovação!
Supostamente, teria acontecido em um vôo da British Airways entre Johannesburgo (África do Sul) e Londres. Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro. Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo. "Qual o problema, senhora"?, perguntou a comissária. "Não está vendo? - respondeu a senhora - "vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra cadeira". "Por favor, acalme-se - disse a aeromoça - "infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível".
A comissária se afasta e volta alguns minutos depois. "Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar nem mesmo na classe econômica. Temos apenas um lugar na primeira classe". E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua: "Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável". E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu: "Portanto, senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe...
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Caixa Preta é feita pela jornalista especializada Solange Galante e é publicada regularmente 06/11/2006
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